Poderia até dizer que são geradas constantemente e as vezes tão inapropriadas como um parto pré-maturo. Muitas vezes revestem a alma e trazem uma calmaria inigualável. Outras vezes ferem e disparam a queima- roupa, o tiro da mágoa. Assaltar uma alma indefesa na base do desafeto e fazer alguém refém, é uma das piores crueldades e atitudes egoístas que um ser poderia ter. E mesmo que exista o perdão, a cicatriz será lançada.E mesmo que exista o outro dia, ele não apagará aquele que foi vivido inconsequentemente. E mesmo que exista a paciência, um dia ela será extinta. Por que não viemos aqui para condenarmos ao sofrimento. É, ou não é?
A minha aventura é escrever de forma simples o que parece intrigante!
Para lembrar então, de não esquecer de mim.
"Desse peito que anda aberto", relato um pouco do cotidiano que ora é suave, ora pesa mais que chumbo na palma da mão.
O importante é manter as palavras vivas. Jamais esquecer que existe o bem. Que existem outros mundos, e que o sofrimento não tem o direito de tirar a alegria de ninguém. Solidificar vontades, e viver demasiadamente o imprevisível.
Famintas, tocantes e nunca em excesso, as palavras devem ser cautelosamente pronunciadas em prol do amor. Sempre e somente nesse âmbito.

