Escrevo porque não sei.
A impressão é que um século se passou e eu até que não percebi. (mentira) Doce mentira. As decisões que o digam.. A gente perde o fôlego, ganha suspiros, releva insatisfações e segue. Segue para onde? Para onde o septo do nariz decidir. Olho para o lado e enxergo desinências, praia, pólvora, e setas. O problema é que são várias setas. Cada uma com a trajetória mais misteriosa que a outra.
Entende-se por caminho, aquilo que estamos imersos e com algum intuito de direção. Chamamos a cartomante? Não. A cigana? Não, ela tem cara de que também se engana. Conto com a sorte? Melhor não; decidi então armar uma tocaia para o destino. Vou não olhar para trás e fazer o que a vontade rabisca. Estou mais desgovernado que o Brasil. Perdão pela piada mas ela soa eficaz nesse segundo.
Em nome da pátria a gente ama. Já que ela não anda amada, amemos por ela. E o amor tem dessas confusões. Não se sabe por onde começa nem por onde termina. Coisa semelhante ao destino. A única certeza é a dos belos encontros . E também dos desencontros. E por falar em reencontrar-se:
por onde se (re)começa? Eu acho que me desapareci.
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