Sunday, October 2, 2016

Aquele pé sem calma em marcha ré ainda vai morar na ousadia, ou na rua de lua. Lágrimas que se morram!

Filha da lágrima , ela sabia que não havia nascido em vão. Chorava entre prantos, pratos e pratas.   Sabia que não poderia ser negada a sua hereditariedade de volumes. Tinha a exata convicção que era fruto da saudade  o resquício do  seu (re)nascimento. Sabia também que aquela água por jorrar era prevista. E que nas velas da vida, o que prende é âncora, e o que solta é o tempo. Nesses tempos tão de corte que ferem as artérias da vida, ela era restos improváveis de sentimento. Era apenas: gota (em forma de lágrima- filha)!  

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