Todos os dias a gente sente.
Aqui me exala escrever algumas aventuras não perecíveis.O grito é o escândalo da voz que, certamente, foi acometida de tristeza, dor, ou algo que inicie com "a".
A chuva também poderia ser resquício de choro, mas somente aquele que vem engasgado a ponto de causar falta de ar a si mesmo, cuja razão não se consegue extrair, apenas,sofre. O mar reclama em seu vai- e -vém. A náusea causada pela saudade, continua. Mas que diabos causou tal rebeldia?A lua estaria em apuros?Não existe teoria, hipótese, tão pouco referência. Existe sentimento. E quando ele se pronuncia, não sofre eutanásia, ou não morre afogado segurando o próprio nariz. Aparentemente, o inesquecível promove incontinências amorosas mal resolvidas. Reata sonhos? Talvez. Promove angustia e atravessa a sensação passageira do impossível(temporariamete). Nostálgico então é o o rencontro. É feito estrela cadente;brilha, traça uma trajetória súbita e se lança do precipício:céu! Nada resta.Nenhum adágio, nenhum mísero sinal de triunfo.Nenhuma esperança traduzívelporque amor não tem explicação, tem sentimento. E sentimento seguido de abandono é a sinaleira da cinza póstuma do " adeus" . Ou do até breve devidamente tácito. Sentir , é estar sem ter. Ou ter e estar:" com saudade".
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