Saturday, October 1, 2016

Diário de minha alma torta e não precavida.

 Todos os dias a gente sente.

 Aqui me exala escrever algumas aventuras não perecíveis.O grito é o escândalo da voz que, certamente, foi acometida de tristeza, dor, ou  algo que inicie com "a". 
   A chuva também poderia ser resquício  de choro, mas somente  aquele que vem engasgado a ponto de causar falta de ar a si mesmo, cuja razão não se consegue extrair, apenas,sofre. O mar reclama em seu vai- e -vém. A náusea causada pela saudade, continua. Mas que diabos causou tal rebeldia?A lua estaria em apuros?Não existe teoria, hipótese, tão pouco referência. Existe sentimento. E quando ele se pronuncia, não sofre eutanásia, ou  não morre afogado segurando o próprio nariz. Aparentemente, o inesquecível promove  incontinências amorosas mal resolvidas. Reata sonhos? Talvez. Promove angustia e  atravessa a sensação passageira do impossível(temporariamete). Nostálgico então é o o rencontro.  É feito estrela cadente;brilha, traça uma trajetória  súbita e  se lança  do precipício:céu! Nada resta.Nenhum adágio, nenhum mísero sinal de triunfo.Nenhuma esperança traduzívelporque amor não tem explicação, tem sentimento. E sentimento seguido de abandono é a sinaleira da cinza póstuma  do " adeus" . Ou do até breve devidamente tácito. Sentir , é estar sem ter. Ou ter e estar:" com saudade".

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